Não vi o Uruguai campeão do mundo, nem o de 30 e nem o de 50. Da Copa América de 1995, o último grito, não me sobra nenhum registro. O Uruguai que vi em campo sempre foi o mesmo – o que faz o torcedor roer a unha quando o adversário ultrapassa a linha do meio-campo. Mas há uma aflição toda particular. Rivera, enquanto Uruguai e França duelavam, teve suas portas quase todas cerradas. Apenas os maiores free-shops, imponentes com os seus importados, mantiveram-se abertos. O norte oriental se fez celeste, assim como o diário El País tingiu toda a sua capa de azul – depois de oito anos, voltavam os charrúas a um Mundial.
Desembarquei em Rivera faltando pouco mais de meia-hora para o confronto. O clima, no entanto, não me esperava: já na Plaza Internacional, o mais tênue limite entre Uruguai e Brasil, o ar era preenchido por uma gravação cheia de ruídos de “Uruguayos Campeones”, do murguero Canario Luna – torcedor símbolo do chico Villa Española, que faleceu em 2009. Ali, havia um duelo de pavilhões. Bandeiras em celeste, branco e sol amarelo disputavam espaço com as brasileiras, erguidas e tremulantes para adoçar o turista que se aproximava do comércio.

Na televisão de uma parrilla randômica, que só serviu para entregar um pancho em menos de cinco minutos, as imagens oficiais da transmissão apresentavam as estatísticas do confronto – que esclareciam mais do que a superfície de uma partida daquelas. Eram dois bonecos na tela, um celeste, obviamente uruguaio, e outro branco, que representava a França. Quando o tópico era “mundiais conquistados”, cresceu o azul, que ostentava dois títulos contra um da França. No quesito “participações em mundiais”, venceu o europeu, com suas 13 presenças contra 11 dos orientais. Veio, então, o dado trágico -“vitórias desde 1970” – com o placar 18×1 a favor dos franceses.
Desde 70, são quatro copas com participações uruguaias, sem contar a atual. Em 1974, na Alemanha, a eliminação chegou logo na fase inaugural, na qual a celeste perdeu dois jogos e empatou outro, anotando apenas um gol. Em 86, no México, se classificou para as oitavas a partir de um terceiro lugar na fase de grupos em que empatou dois jogos e perdeu outro. No mata-mata, derrota para a Argentina e fim de Copa. A única vitória nas quatro décadas veio em 90, na Copa da Itália. Na última partida da primeira fase, o Uruguai derrotou a Coréia do Sul por 1-0, com um gol de Daniel Fonseca nos acréscimos da segunda etapa. Nas oitavas, enfrentou a Itália e, com um 2-0 no lombo, regressou a Montevideo.

A última participação datava de 2002, na Ásia. A estreia contra a Dinamarca, numa madrugada gelada do início de junho, me despertou. Sem saber o real motivo de torcer para o Uruguai com 11 anos de idade, dirigi a maior das maldições infantis a Jon Dahl Tomasson, aquela naba que, no final do segundo tempo, definiu uma derrota a mais para o balaio uruguaio de copas recentes. Se o folclórico “Chengue” Morales não perdesse o mais fácil dos gols de cabeça contra o Senegal, no 3-3 da última rodada, haveria classificação e um par de vitórias em 40 anos – mas a marca ficou para 2010, e Rivera acreditou em triunfo até o fim do encontro contra a França.
Ele não trabalhava para uma grande loja e tampouco tinha um negócio que exigia concentração integral. Portanto não abandonou sua banca de revistas, distante do burburinho do centro comercial da fronteira, no momento da partida. Deixou TV e rádio ligados e não se importou com os periódicos que saíam – que se deixasse as moedas em cima da mesa, era o Uruguai em campo. O Uruguai em campo no Mundial. Aqui começa a se explicar a aflição. Não é como o Brasil na Copa, ou Grêmio e Inter na Libertadores da América. A frequência é rara, e a complexidade, gigantesca.

Restando poucos segundos para o início da partida, o vendedor de publicações cujo nome não ousei perguntar, absorto que ele estava, viu o narrador uruguaio, em cujas mãos estava um microfone certamente produzido na década de 70, anunciar: “logo, muitos dos uruguaios verão pela primeira vez a seleção nacional em um Mundial.” A geração que nada entendeu em 2002 tinha, agora na África, a sua oportunidade de torcer para uma seleção que fazia papéis repetidos há quarenta anos. Para quebrar uma história que sempre tende para o mesmo final, os riverenses preferiram a concentração dos seus ambientes privados. A tarde foi de poucos uruguaios visíveis na rua.
Se o tipo da banca de revistas se desprendeu do mundo enquanto os celestes atuavam, a reação de Ricardo, o dono de uma venda de imóveis rurais, foi mais sutil. Na frente do seu estabelecimento, porta entreaberta e duas bandeiras: a do Uruguai e a do Peñarol. Junto com os dois filhos, assistia ao confronto sem muitas palavras. Para fingir tranqüilidade, até conversou rapidamente sobre a saída de Diego Aguire da casamata aurinegra, a titularidade de Arévalo Ríos, também do carbonero, na Celeste, e as belas condições do Estádio Atílio Paiva, que abrigará a dupla Gre-Nal em amistosos. A mirada, entretanto, teve como único destino a pequena televisão que os motivava a ficar atrás do balcão naquela tarde.

Seu filho menor não passava dos dez anos e já se via contaminado pela mesma angústia. Como o pai, levava as unhas à boca no menor sinal de investida francesa. Quando Henry dominou uma pelota pela banda esquerda, soltou um “¡nooo!” carregado da mais pura paranoia. Apesar do medo, o guri deveria julgar a jornada como uma façanha possível – afinal, o seu Peñarol atravessou dias e noites piores e alcançou uma temporada de vitórias emendadas até não mais poder. Temeroso pelas coisas que nunca curam, o viejo o olhava com a pena de vê-lo, quarenta anos depois, com as mesmas frustrações futebolísticas.
Afinal, o futebol é algo ainda mais sacro na fronteira. Ao menos foi o que se demonstrou num trailer de xis pouco cerimonioso. Desta vez, atrás do balcão, não havia ninguém. Mirando a tela e com os pratos já vazios, apesar dos copos abastecidos por Pilsen’s intermináveis, três almas contemplavam o final do primeiro tempo. Dois deles aparentemente nem perceberam a minha chegada – o último, feito desconfiado por aquele meio fronteiriço, indagou depois de parcos minutos: “¿hinchando por Uruguay?”. Não foi entre sorrisos e muito menos a tentativa de estabelecer um diálogo com o forasteiro. O “sí, claro”, com o meu indefectível sotaque de Melo, também não foi o suficiente para convencê-lo de que eu poderia viver um momento tão deles.

No café, o último dos redutos que pôde aparecer nos noventa minutos de Uruguai e França, o barulho do quase-gol de Forlán – um balaço que por alguns centímetros não derrubou a trave esquerda do arqueiro francês – acordou o filho de uma brasileira. Indignada com aquela horda de selvagens fanáticos, abandonou o recinto com a criança, alheia à seca mundialista do país vizinho. Os demais estavam ali pelo match – e quase se despedaçaram em ofensas quando da expulsão de Lodeiro, ex-Nacional. Para alguns, a derrota iria chegar agora, por culpa daquele gallina – “antes fosse convocado o Pacheco, do Peñarol!” A comoção só foi maior na falta frontal que ameaçou Muslera nos acréscimos – a única solução viável foi rezar para Obdulio, Benedetti ou Flores da Cunha, que também nasceu por ali e a fronteira não se explica, mesmo.
Saludos,
Iuri Müller




SEN-SA-CIO-NAL !!!! De arrepiar!
a australia deixou gestar um MONSTRO ontem , acho que ninguem segura a ALEMANHA se les gostaram de jogar daqauele jeito sem medo de ser feliz.
Perdi demais. Iuri tem DEZENOVE anos e escreve como um monstro.
Baita relato.
Bah…vai escrever bem assim na casa do caralho.
Lindo relato.
Quando estive em Montevidéu recentemente, comentei que gostaria de ter Lugano y Forlán no time brasileiro. Meu colega uruguaio me olhou como se eu fosse louco e disse…
?pero por que? Brasil tiene un “prochéto” de equipo de fútbol que va a ganar la copa. tiene tantos jugadores buenos que no necesita los nuestros”…
pensei em como reclamamos do anão e me deu certa pena do tipo… mas passou 5 segundos de pois e falei de uma lista de razões pelas quais acho que o Brasil até vai longe, mas não ganha a copa.
o Uruguai merece uma vaga na próxima fase e o Iuri sintetizou bem na passagem “Não é como o Brasil na Copa, ou Grêmio e Inter na Libertadores da América. A frequência é rara, e a complexidade, gigantesca.” … gigantesca…
de pois = depois
iury claramente influenciado por
http://tinyurl.com/22ojjv3
grande
-“vitórias desde 1970” – com o placar 18×1 a favor dos franceses.”
HOLY GOD!!!!
Nada a ver com nada, mas essa copa tá muito boa pra quem tem insonia…cada jogo chato pa caraio….
11 anos em 2002?
Porra, Iuri.
essa copa está muito chata, aluguei uns filmes pornôs pra assistir durante os jogos, quack
Parabéns, Iuri! Excelente relato, com emoção na medida certa. Gostaria muitíssimo que o Uruguai passasse de fase (e olha que o grupo A é o mais fraco, teoricamente. Mas será que a Celeste ganha da África do Sul, desclassificando as donas da casa? A FIFA deixaria?), mas sei que pelo futebol apresentado, se passar, leva uma surra da Inglaterra.
Continue na torcida na Fronteira!
Abraços
Gustavo Lisboa
Belo Horizonte – MG
“Sem saber o real motivo de torcer para o Uruguai com 11 anos de idade…”
Tu tá de brincadeira… 19 anos e escrevendo assim, tão bem?
É GATO!!! Suspensam ele!
*Suspendam
#10
A copa fraca desse jeito tem explicação: a marcação.
Ainda bem que temos Gilberto Silva e Josué pra fazer a diferença.
#13 não acho que a chave do uruguai seja fácil. a Argentina sim que tá tranquila.
jogo chave do uruguai é com o Mexico. na minha modesta opinião ( e torcida hehe) passa Africa do Sul e Uruguai.
ontem estava assistindo a REDE GROBIO de Tevelisão, e estava passando um programa chamado “Centrão da Copa”, com aquele engraçadinho do Tiago Laiferte e o penteadinho do Caio, e aí o bonitão do Tiago foi zuar um argentino que estava na platéia e disse “nós gostamos muito do Higuain e da defesa da Argentina” e o argentino respondeu “e nós amamos o FELIPE MELO”, e eu em casa ejaculei, toma REDE GROBIO!
vejo agora SEBASTIÃO LAZARENTO, aquele lazaroni, na TV
Iuri é um pouco TRATANTE, mas escreve tipo bicho.
pô Cassol, isso é da idade… já eu, não o elogiei, porque senão começa a ficar mascarado… hehehe
Relato comovente. Impedimento dando show na cobertura do Mundial.
que esperar da seleção paraguaia para esta tarde? colocará açucar na massa?
um OFF total…
esse fim de semana tive a oportunidade de provar a ESTRELLA GALICIA, que foi deveras elogiada por aqui (acho que foi o Eduardo)
PUTA QUE PARIU FUTEBOL E REGATAS (SWELL, Fran, 2008-9 e ad eternum)
que cerveja…
Sempre lembrando que o Iuri também pode ser encontrado no http://ilusionando.net/ .
estou com a ALBIROJA por baixo do casaco. torceremos fervorosamente, eduardo.
Também estou só pela contenda paraguaia. Isso, para desespero da minha mãe, que já até preparou a polenta pra ver o jogo.
estou fumando cigarros EIGHT em homenagem ao Paraguai, G-SHOCKLÂNDIA, meu tio Orestes me levou para Puerto Stroessner uma vez, acordei numa banheira de gelo, quack
O Iuri tem 19 anos e escreve melhor que o Ruy C. Ostermann, com os seus 102 anos. Viu Dunga, idade não é parâmetro, sfghghds.
Torcerei com fervor para que na Copa de 2014 tenha Holanda x Dinamarca em POA. “Observem” as torcedoras:
http://br.especiais.esportes.yahoo.com/copa/fotos/sets/134/Gatas-no-jogo-Holanda-x-Dinamarca.html
Olha,
Holanda – Liberais + drogas
Russas – Ruivas Liberais + vodka
Suecas – Loiras Liberais + vodka²
Dificil decidir
Rudi,
Estella Galicia é do mesmo grupo da “Estrella Damn”, que misturada com azeite de oliva extra virgem e extrato de açafrão, é a principal responsável pelos delírios do Marlon nas terras espanholas. é muito boa cerveja mesmo. era uma das minhas preferidas quando passei por aquelas terras.
Quanto ao Paraguai, gostaria de não só ver uma vitória, como uma apresentação CONVINCENTE. até a Argentina ficou devendo prá América do Sul.
gostei de ver a Alemanha. e a holanda hoje de manhã até que fez uma partida razoável, embora abaixo do que eu esperava.
pra mim até agora os 2 times que convenceram – alemanha e coréia do sul (é sério)
to indo no mercado comprar azeite de oliva e extrato de açafrão AGORA!
e Jader, considerando que um grupo de copa pode ter no máximo 2 europeus, ficamos com rússia e suécia, tá bom demais (e que a tailândia se classifique pra copa, PELAMORDEDEUS)
e pros EEUU viste alguém torcer por aí, Eduardo?
mas tbm da australia só prestava o uniforme, né, rudi.
tbm fico com a coréia do sul. e os sulafricanos pela força MÍSTICA.
sim rômulo, a austrália é um time muito fraco, mas os teuto-germânicos fizeram o que se espera quando se joga contra alguém assim, amassaram… e ficou em 4×0 pq quiseram poupar o moleque que tomou amarelo no 1T por simulação, ele tava destruindo o jogo
mas curioso pra ver a nova zelândia jogar
e agora to iniciando a campanha #tailandia2014
Pro Rudi. OFF
“Essa semana a Capital Federal vai ser imundada por cerveja artesanal gaucha.
No Sábado a noite saiu um caminhão levando mais de 10.000lts de cerveja de varias micros cervejarias gauchas em direção a Brasília.
Essas micros cervejarias foram escolhidas pelo Governo Federal como destaque de produção artesanal para estarem em Brasília essa semana jorrando as duas torneiras.
Amanha estará saindo a comitiva de cervejeiros rumo a Brasília.”
Te informa e toma umas por mim. Estarei em SP e nao poderei comparecer.
Os erros de portugues sao da noticia.
imundada = inundada
duas = suas
verdade. é q eu não gosto de quem eu seco [?]
nessa ordem, estou secando:
FRANÇA
ITÁLIA
INGLATERRA
ALEMANHA
ESPANHA
PORTUGAL
Excelente o texto, parabéns, escreve muito esse “piá” hehehehe
E #38 Rômulo, tu esqueceu a número 1 da lista:
ARGENTINA!!!
Baita texto.
Vai rolar minuto a minuto de Paraguai X Itália ????
não seco los hermanos, milano. a princípio, não. claro q em virtuais confrontos contra brasil, py, uy, etc eu torceria contra eles. a favor dos outros, na real.
cara, e sério, nem dá pra falar mais dos textos do iuri. falei “pessoalmente” esses dias, escreve muito. e depois ainda o cassol me conta a idade… pena q deu bolo naquele Cruzeiro X Lajeadense, mas estamos perdoando…
Titi, tem link? não tava sabendo disso, mas apreciei MUITO
morri.
fechem a internet.
Arbo, aqui nos EUA são poucas pessoas que vi torcendo pros EUA (até dei uma volta antes do jogo contra a Inglaterra para ver se teria gente nos bares). mas estou morando no lado “latino” dos EUA. Miami. aqui tem muito torcedor hermano e colombiano. tenho amigos americanos em outras cidades que pediram FÉRIAS para acompanhar a copa do mundo. nem acreditei. é claro que no Brasil, eles são GREMISTAS hehehe.
aliás, o time dos EUA me surpreendeu. muito aplicado. O tal do Donovan jogou pouco, mas tem muito mais a mostrar.
e na austrália, só prestava o uniforme [2]. aliás, fiz o comentário na hora que o jogo começou. hehehe
http://www.comofazercerveja.com.br/conteudo/view?ID_CONTEUDO=11
prá quem pensa em iniciar-se na arte ou pelo menos ver que aquela chamada no garçon “Porra, tá fazendo a cerveja? ” além de MAL EDUCADA é improvável… hehehe
Sério, me assustei quando fiz as contas. Dezenove anos e escrevendo mais do que dois de quarenta.
Com dezenove anos eu não sabia nem BEBER, qnt mais escrever.
Iuri, vai nessa pisada que tu vai bem. Muito bem, por sinal. Parabéns!
Rudi,
Nao tenho link … recebi a noticia pelo grupo do yahoo que congrega os cervejeiros caseiros/artesanais.
Vou pedir maiores informacoes e te repasso.
E quando eu puder ir a Brasilia te levo uma das minhas cervejas.
Mas manda bem na OLIVETTI esse piá!
#48 oh velhinho, tu te arrisca nesse chão também?
semana passada engarrafei a versão em homenagem ao blog “Willian Magrão em Impedimento” .. fabricada há quase 2 meses e pelo Willian Magrão ser o jogador mais citado nesse blog (principalmente pelo Dante, reconhecidamente o maior fã do jogador).
GOOOOOOLLLLL do paraguay!!!!!! Assunción explota de felicidad…
#50
Sim, sim … me aventuro no mundo da cerveja. Minha producao eh pequena mas SINCERA.
No sabado acabamos com uma leva (serramalte e eu) vendo o jogo da Inglaterra x USA. To com nova leva na geladeira.
—–
Consulado do Paraguy em festa aqui na Dr. Barcelos.
Titi, por favor, faça mesmo isso, aprecio muito cervejas artesanais
qualquer coisa me manda 1,5 sobre as cervejas aqui em bsb, rudifo em gmail ponto com
pô, goleiro precisou dar uma mãozinha pros “polentero”
1 x 1
Rudi,
mandei um email pra ti com informações sobre cervejas artesanais… divirta-se.
O grupo dos sonhos para Poa no quesito torcedoras deveria ter uma SELEÇÃO ESCANDINAVA (tanto faz Noruega, Suécia ou Dinamarca), ITÁLIA, VENEZUELA ou COLÔMBIA (se classificará pela 1ª vez já que o Brasil não jogará as eliminatórias) e alguma seleção africana. Teríamos loiras e morenas européias, morenas latinas e negras. Ou seja, mulheres para todos os gostos.
# 29
Grupo dos sonhos na Copa de 2014 (em POA, claro!)
Holanda
Dinamarca
Rússia
Suécia
Já mandei um e-mail pra FIFA pedindo pelamordedeus pra deixarem 3 europeus no mesmo grupo, e considerarem a Rússia uma seleção ASIÁTICA.
IURI >>>>>>>>>>>>>>>> DOSTOIÉVSKI
o parentese ficou no ligar errado no #55, obviamente deveria ficar ao lado da VENEZUELA.
sobre a terra do Chavez, me contaram algo interessante quando estive por lá: Assim me disse meu colega da filial de Caracas: “No Brasil, o sonho dos meninos é ser jogador de futebol, enquanto as meninas querem ser atrizes. Na Venezuela, as meninas querem ser MISS UNIVERSO e nós aproveitamos”.
Bah, me deixaram sem DEFESA.
Gracias verdadeiras a todos, fazer parte de uma cobertura copera dessas é sensacional de ponta a ponta. E só EVOLUÍ porque leio o Impedimento desde os primórdios – assim tudo fica mais fácil.
Quanto ao Cassol, nem responderei. Ele me fez pegar um ônibus que dizia BELÉM NOVO para chegar nas cercanias do Estrelão. (maior injustiça do universo, eu sei) duhqhqudwhuqwd
quanto à idade do Iuri X qualidade dos textos, me lembrei de um amigo que se formou na segunda turma de Ciencias Aeronáuticas na PUC. O cara com 23 anos tava trabalhando como co-piloto na Varig.
Certa vez, uma senhora pediu pra entrar na cabine e quando olhou práquele guri que nem barba direito tinha, gritou muito sinceramente:
“Guri, tua mãe sabe que tu estás aqui? ”
assim é o Iuri, escrevendo textos dessa forma e lendo comentários do Mulato Frajola… hauahuahua
Iuri que pena que tu não tenha visto aquela Copa América 1995… LAMENTO!!!
tu tb não viu um jogo absolutamente sensacional, os 3-0 nos Wallabies (repesca) em pleno Centenário!!!
aquela copa de 2002 foi um sofrimento do inicio ao fim,final, acréscimos, finalzinho, vai Chengue, VAAAAAAAAAAAAAAAAAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII, não Chengue, NÃO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! puta que o pario… e lágrimas MADRUGAIS…
mas sempre vale pena, podes crê…
Iuri, te digo, FERN há de concordar.
Lugano não engraxa a chuteira de PAOLO MONTERO.
camarada, o Lugano teve atuação desastrada na estreia, foi o pior defensa de nosotros, pero não é mau jogador não, agora PAOLO MONTERO é PAOLO MONTERO, logo ni Lugano ni NADIE le mira de cerca… ahjhajhajahjahajhajhajahjahjahjahjh
Sim, não é q o Lugano seja ruim.
É que Montero era MONSTRO.
Belo texto. Ah, de Melo saiu a minha família, um representante dos Novo apenas, que se bandeou pro Herval.
essa frase final diz muito do que esse guri DE MERDA [/recalque] lê/ouve.
muito, muito foda esse texto.