Ou Humilhado e ofendido pelas pequenezas do Brasil
Das promessas de ano novo, uma das mais inflexíveis foi a seguinte: não quero conta com o ludopédio nos próximos (e longos) 18 dias. E foi negócio sério. Jurei a ninguém menos que São Bill Shankly que só romperia esta abstinência quando começasse uma das competições mais importantes do planeta, o Campeonato Baiano.
Cristão ortodoxo, nada me demovia desta inabalável convicção. Nada, vírgula, quase nada. Como diria a vedete de Santo Amaro, a força da grana, realmente, ergue e destrói coisas belas. E o vil metal entrou em campo tal e qual os zagueiros de antanho, dando chutes e pontapés nas minhas crenças. Amigos, em verdade vos confesso: os astronômicos valores da tenebrosa transação envolvendo os executivos da ImpedCorp e meu impoluto empresário jogaram minhas imutáveis opiniões para o escanteio.
E decidi voltar ao pebolismo (eu falei pebolismo, hereges) e listar as 10 maiores humilhações sofridas pelo brioso Rubro-Negro baiano. Porém, igualmente Corisco, não me entreguei facilmente. E, na assinatura do leonino contrato, fiz as seguintes exigências. Primeira. Obedecendo às recomendações da SPBC, realizei um corte epistemológico. Assim, as humilhações tinham que ter carinha de ninfeta, menos de 18 anos. Além disso, não seriam consideradas goleadas para times grandes. Só valia ser humilhado e ofendido pelas pequenezas do Brasil. A bem da verdade, nem mesmo determinadas goleadas para times pequenos entrariam na nominata. Afinal, como não diria a dupla sertaneja Ortega Y Gasset : uma humilhação é uma humilhação e suas circunstâncias. Seguindo esta metodologia, os 6 x 0 sofridos diante do Criciúma, em 2006, e os mesmos 6 x 0 que levamos do Brasiliense, em 2007, não seriam computados, pois nas duas pelejas cumprimos nossos objetivos: subir para a segundona e depois para a tal zelite do pebolismo.
Mas, chega de prolegômenos (recebam, sacanas, um prolegômenos pela caixa de catarro) e vamos às históricas e retumbantes humilhações rubro-negras, que, vos asseguro, humilhará as tragédias dos outros times.
Vitória 1 x 2 Baraúnas (06.04.2005)
Com a moral elevada de quem havia sido semifinalista no ano anterior, o Leão começa a Copa do Brasil de 2005 botano pra vê taúba lascá ni banda. Sem dó nem piedade, mete logo 3 x 0 na poderosa equipe do Confiança de Sergipe.
O próximo adversário é a perigosa Associação Cultural Esporte Clube Baraúnas, que acabava de eliminar o América Mineiro. Não bastasse tão importante credencial, o time potiguar ainda possuía no comando do ataque Cícero Ramalho, o Cabañas do Agreste, jogador tão ágil e gordo quanto um porco espinho.
Por tudo isso, sabíamos que seria uma labuta dos seiscentos, inclusive porque já havíamos perdido o jogo de ida por 1 x 0. Porém, acreditávamos na classificação. Ou, pelo menos, numa despedida honrosa. Mas, quá. Como diria o menino Xico Sá, tivemos que subir as escadarias do Barradão chupando o chicabon da melancolia.
Vitória 1 x 1 Baraúnas (22.02.2007)
Vindicta ainda que à noitinha. Estava tão certo que havia chegado a hora da vingança contra os potiguares que fiz algo raro nos últimos três séculos: me abstive de comparecer a um jogo do Vitória. E minha crença não era vã. Além do Rubro-Negro ter acabado de subir para a Segundona, a equipe de Mossoró não contava mais com o bara, bara, una, homem-gol Cícero Ramalho.
De férias, troquei o conforto do Parque Sócio Ambiental Barradão pelas agruras de outro Parque, o da Chapada Diamantina. E tome-lhe banho de Cachoeira, de rio, de riacho, o diabo. Na sexta-feira cedinho, antes do café da manhã, faço uma estranha solicitação ao dono da pousada.
- Moço, ligue a TV aí por favor.
- Mas, Sêo Françuel, o senhor não disse que TV era coisa de gente indecente?
- Disse, mas é que quero ver os gols e os lances espetaculares do jogo do Vitória de ontem à noite.
A maldita apresentadora abre o telejornal assim. “Mais uma vez o Vitória foi eliminado pelo Baraúnas”.
- Desliga esta miséria, moço. Televisão não presta pra nada mesmo.
E voltei correndo para Salvador, deixando para trás as belas paisagens e mais 50 gramas de produtos não recomendados pela Carta Magna. E pensei com meus humilhados botões: É só abandonar esta porra de time que acontecem estas tragédias.
Vitória 1 x 4 Itinga (21.04.2008 )
Às vezes, o Vitória não respeita nem mesmo minha presença. No mais louco campeonato de todos os tempos, liderávamos o quadrangular final e era chegada a hora de devolver a derrota da fase inicial contra o Itinga. Menos de 15 minutos de jogo, porém, em jogada pelo lado direito, a carniça mete 1 x 0.
Faço uso do frasco de Cepacol e começo a alertar Willians, que, de forma improvisada, ocupava a lateral direita (ala é a puta que o pariu). Grito e oriento, como há muito não fazia. No entanto, o infeliz continua deixando a avenida aberta. Grito mais. Nada. Além de surdo, o desgraçado não usa aparelho auditivo telex. Resultado final. Quatro gols pelo mesmo lado. Perdemos a liderança e a vergonha.
Vitória 1 x 1 Itinga (07.08.1994)
Já que falamos da carniça, não há como deixar de fora esta zebra histórica. Antes, porém, um pouco de contextualização e caldo de galinha, que não fazem mal a ninguém. Seguinte. No ano anterior, o Vitória encantou a Bahia e uma banda de Sergipe chegando à final do Campeonato Brasileiro contra o Palmeiras. E começa o ano da graça de 1994 de forma arrasadora, ganhando quatro partidas seguidas do ex-rival, sendo duas de goleada. Era, portanto, franco favorito à conquista do título, apesar da carniça jogar pelo empate por obra e graça destes impenetráveis regulamentos do Campeonato Baiano.
Mas, minha fé no sucesso era tanta que desobedeci a um dos maiores ensinamentos de meu falecido pai que, nos sermões antes do almoço, sempre alertava. “Meu filho, teime, teime, teime muito, mas não aposte”. Botei uma grade de cerveja na base do bico seco. Aos 46 minutos do segundo tempo já pensava nas gelosas quando Raudinei empata o jogo e cala metade das 100 mil pessoas que lotavam a velha Fonte Nova.
Além de perder o título, tive que ficar no Milongas Bar ouvindo a noite toda a seguinte e insuportável canção: “Bem que eu lhe falei, bem que eu lhe falei, que o Vitória se fudia com um Rodinei”. Os analfabetos não sabiam nem o nome do cara que fez o gol.
Esta, porém, foi a última glória do Itinga Futebol Clube. O desespero dos zé ruelas é tanto que ainda hoje comemoram este gol, inclusive lançaram até livro. Coitados.
Vitória 2 x 4 Colo-Colo (28 de maio de 2006)
Tragédias belas são aquelas que ocorrem na minha aldeia. Por isso, as cinco primeiras humilhações escolhidas foram exatamente com times da Bahia e do Nordeste. E encerro esta epopéia regionalista com o relato da decisão do campeonato baiano de 2006, contra o imbatível Colo-Colo de Ilhéus.
Ostentando o brasão de atual tetra-campeão baiano, o Vitória começa a competição como franco favorito. Se fosse por pontos corridos, o Leão seria campeão com 30 rodadas de antecedência. Mas, não era. E tivemos que disputar um mata-mata contra a equipe de Nacib. E o quibe entrou. Na verdade, quatro. E de virada.
Na ocasião, desenvolvi 10 teorias para explicar a derrota. Quem estiver desocupado, confira aqui, ó. Aos assoberbados, resumo informando que a entrega do título foi um ato de generosidade do Vitória, pois havia 37 anos que uma equipe do interior não se sagrava campeã baiana.
Vitória 0 x 1 Paraná (11.07.1992)
No glorioso ano da graça de 1992, a cantora Sandyejúnior lançou o álbum Sábado à Noite.
Caso eu tivesse um mínimo de cultura, no dia 11 de julho de 1992, um sábado à noite ficaria em casa apreciando tão importante obra na linha evolutiva da música brasileira. Mas, quá. Só quero saber de bola. E despenquei para a Velha Fonte Nova para assistir a primeira grande tragédia nacional do Vitória. Lutando por um triunfo simples para conquistar o título da Segundona contra o Paraná, o Leão passou a partida toda sem dar um chute a gol, num dos jogos mais apáticos da história do balipódio.
Putaquepariu!
Puxei o Cepacol do coldre e comecei a gritar e xingar, mas um amigo fez um sábio alerta. “Rapaz, páre com isso. Este time não merece nem sua vaia”.
Vitória 1 x 2 Ponte Preta (19.12.2004)
Neste ano, o Vitória começou o campeonato de modo avassalador. Nas cinco primeiras rodadas, apenas uma derrota, um empate e três vitórias, sendo duas goleadas (6×1) no Paraná e (5×1) no Flamengo.
Mas, amigos, em verdade vos informo. A axé music prejudica não só a música brasileira, mas também o futebol. A máfia do dendê não é brincadeira. Capitaneados por Edílson Capetinha, que abriu uma casa de pagode, o Ed10, os jogadores rubro-negros caíram na gandaia. E a equipe caiu de produção. De candidato ao título, o time chegou à última rodada lutando contra o rebaixamento. Lutando é forma de falar. Completamente ressaqueados, os infelizes não esboçaram qualquer reação contra uma Ponte Preta que não almejava mais nada e estava sem cinco titulares.
É óbvio que a torcida também enchia a cara. E se todos assim procediam, não seria o rouco locutor que desta lei da natureza baiana iria ter isenção. E tome-lhe canjebrina. Acontece que tem uma lenda que vaia de bêbado não vale. Então, por isso, ao invés de apenas xingar, logo após o término deste jogo parti para cima do alambrado sem dó nem piedade. A cordial polícia baiana deu prosseguimento à folia com cassetetes e bomba de gás lacrimogênio, o que não influenciou no resultado da partida, mas melhorou consideravelmente minha embriaguez. Uma beleza.
Vitória 3 x 3 Portuguesa (10.09.2005)
Deste jogo, que selou a queda do Vitória para a inédita Terceirona, digo apenas que aconteceu uma das cenas mais constrangedoras da história do Parque Sócio-Ambiental de Canabrava, Santuário Ecológico Monumental, o Barradão.
Quem tiver curiosidade clique NESTE LINQUE e vá até o fim do relato.
Vitória 3 x 4 Goiás (02.11.2003)
Se macumba ganhasse jogo o campeonato baiano terminava empatado.
Alguns dizem que esta frase é de Neném Prancha. Já outros, garantem que ela foi proferida por João Saldanha. Não importa. O fato é que, em se tratando do ludopédio, não devemos desprezar o Sobrenatural de Almeida. Não se pode cantar vitórias muito cedo nem mandar flores para a cova do inimigo (royalties para o bigodudo xibungo cearense, desculpem-me tantas redundâncias).
Pois muito bem. Exatamente no fatídico Dia de Finados o Vitória terminou o primeiro tempo metendo 3 x 0 no Goiás. Diante de tão dilatado placar, subi as arquibancadas e fui comemorar numa das quatro budegas do Estádio. Ainda embriagado, não acreditei quando o placar marcava 4 x 3 para o Goiás, de virada. Apesar de alguns afirmarem que quando bebemos esquecemos, garanto-lhes que uma humilhação movida a álcool é inolvidável.
Vitória 3 x 3 Grêmio (03.05.1997)
Por último, para encerrar a série, deixei exatamente a maior humilhação dos últimos tempos. Ser eliminado da Copa do Brasil duas vezes pelo Baraúnas, ainda vá lá. Agora, ser eliminado por um timeco do porte do Grêmio, que ainda por cima é tricolor, é quase que inacreditável.
Mesmo tendo perdido a partida de ida por 3 x0, eu sabia que era perfeitamente viável a classificação às semifinais. Eu e mais 40 mil fanáticos. E, realmente, mostramos que o time gaúcho não era de nada. E metemos três. Só que o miserávo do Júnior Touché (isto lá é nome de zagueiro) entregou a rapadura. E depois que terminou Vitória 3 x 3 Júnior Touché fiquei tão injuriado que voltei para casa andando, não sem antes parar em 946 bares. Um pouco sobre esta saga e suas conseqüências aqui, ó.
A convite do Impedimento, Franciel Cruz nos enviou este inigualável relato.



SEN-SA-CI-O-NAL.
Para um baiano, até que escreveu bastante…
Mas, mais importante, uma grande e machadiana abordagem às baraúnas desgraças do itingo “leãozinho”.
se a série não estivesse rendendo tanto, eu diria FECHEM AGORA, por que esse relato é sensacional.
quase chorei de rir com a segunda eliminação para o Baraúnas.
o proximo tem que ser do galo
Só li a introdução e pensei:
GÊNIO.
ó paí ó!
“Quem tiver curiosidade clique NESTE LINQUE e vá até o fim do relato.”
Cliquei, fui até o fim e morri. Trezentas e quarenta e sete vezes.
Parem com esta série – o relato do Franciel é imbatível e definitivo.
ôooooooooooooooo dotor, parabéns pelo relato ali.
ôooooooooooooo lila, manda de novo o linque daquele esquemete uruguaio de camisas retrô?
Muito bom….uauauauauaua…melhor top 10 de todos…
*provocação gratuita mode on
Ser torcedor do Vitória já é uma humilhação completa
*provocação gratuita mode off…
“Puxei o Cepacol do coldre”
uashdusahdisoahudfuidshudhfuidahfdsiaufdhdfud
“É óbvio que a torcida também enchia a cara. E se todos assim procediam, não seria o rouco locutor que desta lei da natureza baiana iria ter isenção. E tome-lhe canjebrina. Acontece que tem uma lenda que vaia de bêbado não vale. Então, por isso, ao invés de apenas xingar, logo após o término deste jogo parti para cima do alambrado sem dó nem piedade. A cordial polícia baiana deu prosseguimento à folia com cassetetes e bomba de gás lacrimogênio, o que não influenciou no resultado da partida, mas melhorou consideravelmente minha embriaguez. Uma beleza.”
MELHOR PARÁGRAFO DE TODOS OS TEMPOS!
Tb tô querendo ver se alguém vai fazer o top 10 para o Atlético-MG e Botafogo, mas tenho quase certeza que nenhum vai superar este do Franciel: hilário, genial e antológico!!!
“ME COMAM, ME COMAM. PODEM ME COMER. UMA PESSOA QUE TORCE PARA UMA PORRA DE UM TIME DESSE SÓ PODE SER VIADO”.
ASUIDHAIUHDAUISHDUISHFUIDHFDIUHFDUIAHFDUIAFHDUIHUI
” “ME COMAM, ME COMAM. PODEM ME COMER. UMA PESSOA QUE TORCE PARA UMA PORRA DE UM TIME DESSE SÓ PODE SER VIADO”.
HAHAHAHAHAHAHAHAHAAAHAHAHAHHAHAHAHA……FECHEM A INTERNET COM ESSA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Só uma pergunta: por que o Bahia é chamado de Itinga?
ushuaiapelourinho
de fato o melhor relato. q timinho esse teu heinhô, Franciel. ehhehe
e agora entendo pq sempre lemos vingança entre tuas letras… tantos times merecedOUros…
depois vou pros links!
agora vejo q és o mesmo pensador selvagem. leio devezemqdo.
Antes de tudo, um pedido: moderem nos elogios, pois não tenho como recompensá-los. Minha maltratada conta bancária não pode mais sofrer nenhum abalo. Assim, resta-me um deus lhes pague.
Quanto à pergunta de Xico Light, seguinte é este.
A referida equipe que você mencionou é conhecida atualmente como finado. Chamo-a de Itinga por generosidade, pois nem isso meu ex-rival merecia, já que o brioso e suburbano bairro de Lauro de Freitas possui uma honrosa e pacata tradição.
mas, enfim. É apenas uma resposta à provocação dos torcedores do lado de lá que, achando que nos atacam, chamam-nos de Vitória da Bahia, como se isso fosse ofensa. Coitados.
Maicon #14: Botafogo/Atlético-MG tem que entrar no Top 100 humilhações, senão fica muita coisa de fora.
(Pronto, podem me metralhar)
Desse jeito vocês vão escorraçar o Saulo Botafoguense do blog.
P/ 17: Se não tiver enganado, Itinga é um bairro bem na periferia de Salvador no qual fica o centro de treinamentos do Bahis
Que texto sensacional.
Cara, tem textos que simplesmente tu começa a ler e vai lendo, lendo e lendo pelo simples prazer de deixar os olhos deslizarem por cima de cada palavra e vírgula bem-colocada. O Franciel tem esse tipo de texto, o que pra mim é uma desgraça: cá estou agora, encontrando no blog dele um motivo inapelável para PROCRASTINAR ad infinitum.
Parabéns pelo Top-10. Se um dia fizerem o Top-10 dos Top-10, já sabemos qual será o primeiro do ranking.
Esses top 10 estão sensacionais!
Uma sugestão: além das humilhações dos times, que tal fazer um top 10 de asneiras proferidas por locutores? Tipo o “Feito!… Essa bola não entrou!” do Paulo Brito no ano passado, ou um bizarro “Goooool” gritado por Galvão Bueno em um Venezuela x Brasil (2004) – detalhe: a bola bateu na rede pelo lado de fora, e Galvão, para não admitir a mancada, gritou “Anularam!”.
Espetacular o relato, conforme já havia dito em PARTICULAR para o Senhor Franciel.
Franciel,
Deixei um coment no teu blog do Vitória da wordpress, onde falas das últimas eleições do Inter.
Ademais, sensacional esse teu texto, parabéns, é um texto show de bola mesmo.
Abraço
Antológicas:
E voltei correndo para Salvador, deixando para trás as belas paisagens e mais 50 gramas de produtos não recomendados pela Carta Magna. E pensei com meus humilhados botões: É só abandonar esta porra de time que acontecem estas tragédias.
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Puxei o Cepacol do coldre e comecei a gritar e xingar, mas um amigo fez um sábio alerta. “Rapaz, páre com isso. Este time não merece nem sua vaia”.
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E tome-lhe canjebrina. Acontece que tem uma lenda que vaia de bêbado não vale. Então, por isso, ao invés de apenas xingar, logo após o término deste jogo parti para cima do alambrado sem dó nem piedade. A cordial polícia baiana deu prosseguimento à folia com cassetetes e bomba de gás lacrimogênio, o que não influenciou no resultado da partida, mas melhorou consideravelmente minha embriaguez. Uma beleza.
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Sem dúvida, o campeão!
“deixando para trás as belas paisagens e mais 50 gramas de produtos não recomendados pela Carta Magna.”
Bah, essa foi sensacional.
Quem tiver curiosidade clique NESTE LINQUE e vá até o fim do relato.”
“Cliquei, fui até o fim e morri. Trezentas e quarenta e sete vezes.
Parem com esta série – o relato do Franciel é imbatível e definitivo. ” (2)
O Franciel citou o Xico Sá, autor de uma das melhores frases da humanidade: “homem que é homem não sabe a diferença entre estria e celulite”.
“ME COMAM, ME COMAM. PODEM ME COMER. UMA PESSOA QUE TORCE PARA UMA PORRA DE UM TIME DESSE SÓ PODE SER VIADO”
Realmente, todos os torcedores felizes se parecem uns com os outros, já os torcedores infelizes são infelizes cada um do seu jeito, já dizia Léon Prancha.
Boa lista.
Alguém já se candidatou a escrever as dez maiores humilhações do Botafogo? Se não, eu me candidato…
Uma do Vitória que eu lembro que foi triste é a eliminação do Brasileiro em 99. Na semifinal, sistema de playoff. Terceiro jogo, na Bahia. O Vitória precisava de vitória simples, o estádio estava cheio, mas em pouco tempo já estava 2 a 0 para o Galo e a tv mostrava os baianos chorando já no primeiro tempo.
Lourenço, esta também foi fueda. Eu tava lá. E se, não fosse por minha sertânica formação, algumas lágrimas também deixariam meus olhos rasos d’água.
Não a coloquei na categoria TOP porque (ainda) coloco o Galo entre os grandes.
esse teu negócio com o grêmio tem a ver com amor não-correspondido, françuel?
SEN-SA-CI-O-NAL. [2]
35.
Arbo,
é que o Françuel é um cara sensato.
O Franciel citou a axé music e a máfia do dendê. As mulheres são maravilhosas, mas o gosto musical delas permitiu a propagação do axé music e daquelas bandas de pagode mauricinhas. Eu não conheço nenhum homem heterossexual que goste de axé music, os que vão em micaretas só querem “pegar” mulher, o que acaba financiando esses “talentosos” artistas. Aliás, tirei muito sarro do meu irmão, pois ele teve de acompanhar a sua namorada nesse Sul Folia que a mala do Alexandre Fetter trouxe para o RS (agora ele está trazendo o sertanejo universitário, ou seja, a coisa só piora).
Obvio ululante: contratem esse baiano, cacilda!
SEN-SA-CI-O-NAL. [3]
Cara, to completamente ASSOBERBADO (Franciel, 2009) mas não consegui parar de ler o post até o fim!!! É sem dúvida o melhor relato da série até agora!
Morri com o relato do estivador umas 4978324 vezes…
“Eu não conheço nenhum homem heterossexual que goste de axé music”
eu conheço.
João Martins, #32: vai firme! manda o teu top para impedimento@gmail.com.
Quanta magoa (nem sei mais como se escreve isso, maldita reforma ortográfica) com o Grêmio, caro discípulo de Caetano?
Isso só pode ser síndrome da camisa rubro-negra, vide atlético paranaense.
Arbo e Diogo, tenho nada contra o grêmio, não.
Dos times pequenos brasileiros, só não gosto mesmo do Itinga.
Só coloquei o tricolor gaúcho aí nos rabiscos por obrigações contratuais com a ImpedCorp.
P.S Tá vendo, Douglas? bem que eu lhe avisei que o pessoal do grêmio (caixa baixa, maestro) ia ficar zangadinho, mas você insistiu.
O que seria da blogosfera sem Gregório de Mattos??
Franciel será o novo ídolo da Popular, rsrsrss.
Junior, abdico do trono em troca de algumas substâncias não recomendadas pela gloriosa Carta Magna.
PUTA QUE PARIU! QUE TEXTO DO CARALHO!
“E o vil metal entrou em campo tal e qual os zagueiros de antanho, dando chutes e pontapés nas minhas crenças. Amigos, em verdade vos confesso: os astronômicos valores da tenebrosa transação envolvendo os executivos da ImpedCorp e meu impoluto empresário jogaram minhas imutáveis opiniões para o escanteio.”
Franciel = o que Guihoch queria ser.
“ME COMAM, ME COMAM, PODEM ME COMER”
O MEU, TO CHORANDO AQUI VELHO
QUE CONTO MARAVILHOSO
MEUS PARABÉNS
A CAIXA ALTA É MERECIDA
http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Futebol/alemao/0,,MUL955775-9843,00-FOTOS+CARLOS+EDUARDO+DO+HOFFENHEIM+SOFRE+COM+LITERAL+DEDO+NO+OLHO.html
Olha o camarão…
Baita texto! Top 01 dos Top 10 certamente…
Como gremista, tendo o pala ainda marcado pelas havainas sujas de areia, me sinto forçado a dizer: algumas vírgulas cairiam bem.
Pronto, falei.
muito bom mesmo…
o mais engraçado é que em TODOS os episódios o Vitória começou goleando quem viesse pela frente pra depois chafurdar na desgraceira…
e esse vitoria 3 x 4 goias, serve para mostrar que o goias sim é peleador… ao invés de tomar mais 2, virou o jogo em 45 minutos… (remember 20/06/07)
não entendi esse historia de “me comam, me comam”…
e nem quero entender também, suas bixonas.
Segue o link, boneca.
huaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
baita relato. Me identifiquei mais com essas humilhações do Vitória, mais próximas da minha realidade, do que sentir-se humilhado por perder uma final de Mundial (top 10 do Cruzeiro). Não sei se vocês têm interesse, mas se tiverem, escrevo um top 10 do Avaí na hora. Aliás, tô BABANDO pra fazer isso depois de ler esses top 10. Começo a rir só de lembrar as centenas de vezes que meu time me deixou com vontade de explodir o mundo.
E jurava que Itinga era um time. Só depois saquei quem era. Acho que confundi com o glorioso Ipitanga.
acho que estava uns 10 dias sem ler o Impedimento. Tava até ficando meio tanso. Melhor blogue disparado.
Abs.
“Não sei se vocês têm interesse, mas se tiverem, escrevo um top 10 do Avaí na hora. ”
eu, particularmente, tenho muito interesse.
também jurava que itinga era um clube
mas isso é recalque de vitorino (sei lá como se chamam), que o bahia pode até ir pra série C que vai ter glória e camisa que o vitória nunca vai ter, falei.
GRANDE TEXTO
quando fiquei sabendo do TOP-10, disse: “PUTZ, imitarm o La-Redó” depois: “UFA, deram os créditos”
REALMENTE uma seção como esta só poderia DAR em bons textos…
aliás, sei lá, um mês lejos, não é???
assim é bom que o blog fica mas TRANQUILO, sem trema… alias com a admissão do Y de vez, enfim o URUGUAY será em portuguÉs de URUGUAY…
bueno, só pra instigar, pois é La Celeste!!! mesmo…
e sempre dando MEDO nos outros.
ahh, era uma pergunta, ali arriiba:
???
cabra arretado
FERN:
só não damos os créditos SEMPRE por que senão eles vêm aqui e fazem do Impedimento uma Tramandaí.
(quem foi que cunhou essa frase genial? esqueci)
FERN, a invasão portenha foi tudo culpa do LF, que agora terá de bancar E assar a carne do impedchurras… jaksfddjksfda
Essa série Top 10 chegou ao seu objetivo: RESGATOU o FERN.
O bom filho à casa torna.
Deve ter sido o Rudi.
Eu li churrasco? Mas é quando, braziu?
#39
Obvio ululante: contratem esse baiano, cacilda! [2]
Sei que a ImpedCorp tem bala na agulha para tamanha contratação, só superada pela vinda de Ronaldo Gordômeno ao Curíntia…
Dá pra colocar mais coisas…. rs
A final de 78 (ou 79?), do frangaço de Andradas, por exemplo….
O Vitória foi eliminado da Copa do Brasil de 90 ou 91 por um time ridículo, não lembro sefoi o Tiradentes/PI, vou pesquisar isso…
Muito engraçado o texto.
(Re: 71) O frango não foi de Gelson, num chute de Fito da intermediária?
E tem também a final do baiano de 73. Se o que meu pai e meus tios me contaram não for lenda, vencíamos por 1 a 0 e tínhamos um pênalti a favor a ser cobrado por Osni. O jogo terminou 3 a 1 para o “Itinga”.
Mauro Amoedo,
o frangaço da intermediário quem levou foi Gélson Fogazzi no campeonato de 1979.
Não entrou porque o corte epistemóligo só permitia humilhação com carinha de ninfeta, de 18 para baixo.
A mesma coisa, Marcos Cabral, vale para os baianinhos anteriores a 1992.
Bah, não me falem em churrasco.
Se rolar, alguém por favor leve uma webcam e me passe um CUPIM pela conexão.
Grato.
Maior humilhação do Vitória: empatar em casa contra o então campeão brasileiro e futuro campeão da Copa do Brasil.
Convenhamos, não é para qualquer um!
“# 74. EGS | 15/01/2009 at 08:10
Bah, não me falem em churrasco.
Se rolar, alguém por favor leve uma webcam e me passe um CUPIM pela conexão.
Grato.”
(2)
Então, tava pensando aqui com meus botões que essa série tem um potencial interessante para deixar os SISTEMAS BINÁRIOS e passar para o bom papel velho de guerra, claro que acrescida com colaborações de muitos outros times.
Mas depois pensei melhor e vi que o potencial comercial de um livro só e desgraças seria próximo de zero.
Depois repensei e imaginei que eu compraria um livro com as maiores desgraças de SP, Curintia e Santos.
O que vossas senhorias acham?
Acho genial a idéia do livro, mas cada autor deveria dar um ENGORDE no texto, não?
Se a turma fincar mesmo pé no projeto, eu topo. Mesmo com dissertação a caminho.
Bom, de minha parte eu engordo os meus textos fácil, ajudo na edição/padronização e ainda convenço mais dois ou três torcedores a colaborar com seus times.
Hoje em dia publicar um livro é fácil demais, eu publiquei o meu em três semanas no ano passado (quer dizer, considerando o texto pronto e tal), o duro é distribuir.
Como Douglas já POSTULOU certa vez, teremos de criar uma editora: a Impediouro.
eu compraria certo um livro com as 10 piores desgraças dos 25 (!) maiores times brasileiros.
massa o texto, ó, conterrâneo.
mas concordo com o roda: chamar o baêa de itinga é recalque de timinho.
sobre Vitória 3 x 3 Grêmio, jogo ocorrido num sábado à tarde (peculiar, se tratando de copa do brasil)
O Grêmio venceu o jogo de ida por 2 x 0, e não por 3. Em Salvador, o tricolor abriu logo 2×0, um dos gols marcado por RODRIGO GRAL. Depois disso Danrlei foi expulso, após percorrer todo o campo para se envolver em uma briga no campo de ataque do Grêmio. O Vitória se aproveitou da vantagem numérica e virou o jogo para 3×2. Faltavam ainda dois gols para a classificação, quando Paulo Nunes acabou com a esperança baiana, marcando o gol de empate gremista.
a colocação do jogo contra o Grêmio deve ter sido apenas uma provocação barata.
Alguém tem dúvida disso, LF?!?
olha, sancho, como teve gente que leu e não entendeu isso (mas não comentou aqui)…
bah, tomar DOIS gols do rodrigo gral.
BAH
B A H
B A H ÊA
entenderam?
Neni, tem razão. O jogo de ida foi 2 x 0 para o grêmio – e não 3 x0, conforme eu, erradamente, afirmei.
E nem sei porque cometi este erro, afinal o grêmio nunca poderia ganhar do vitória de 3 x 0.
Buenas, 3-0, assim, efetivamente não houve.
Mas, já tivemos o prazer de deixar o Vitória de 4, para deleite do torcedor rubro-negro citado no relato do jogo Vitória 3-3 Lusa, em duas oportunidades: em 28/07/2004 (DOIS MIL E QUATRO!!!) e 22/09/2002.
Sancho, meu velho, eu FALEI (copiraite da caixa alta para Douglas, 2009) 3 x 0.
E eu provei que 3-0 não houve, mesmo, Franciel. Hahahahaha!!!
Não sei porque o espanto do resto do Brasil com o texto de Franciel. Pra nós baianos, material desse naipe é coisa corriqueira, praticada nos botequins, durante a noite, ou nas barracas de praia, durante o dia. Baiano é foda, pai.
Salve, salve Seu Franciel!!!
vitoria ? esse time existe ? nunca ouvi fala kkkkkkkkkkkkkk timeco
O FINADO:
Campeão Brasileiro
1988
Campeão da Taça Brasil
1959
Campeão Baiano 43 vezes
1931, 1933 e 1934 (Bicampeão), 1936, 1938, 1940, 1944 e 1945 (Bicampeão), 1947, 1948, 1949 e 1950 (Tetracampeão), 1952, 1954, 1956, 1958, 1959, 1960, 1961 e 1962 (Pentacampeão), 1967, 1970, 1971 (Bicampeão), 1973, 1974, 1975, 1976, 1977, 1978 e 1979 (Hepta-Campeão), 1981, 1982, 1983 e 1984 (Tetracampeão), 1986, 1987 e 1988 (Tricampeão), 1991, 1993 e 1994 (Bicampeão), 1998 e 1999 (Bicampeão), 2001.
Campeão do Norte-Nordeste
1948, 1959, 1961 e 1963
Bicampeão do Nordeste
2001 e 2002
O time do maior estádio coberto* do mundo:
24 vezes Campeão Baiano de Futebol Profissional
1908 1909 1953 1955 1957 1964 1965 1971 1980 1985
1989 1990 1992 1995 1996 1997 1999 2000 2002 2003
2004 2005 2007 2008
Campeão Profissional do Norte-Nordeste (1976)
Tricampeão do Nordeste (1997, 1999 e 2003)
Vice-Campeão Brasileiro de 1993**
*Coberto de urubus (o Lixão foi construído em cima de um lixão)
**Como designamos um time que coloca um vice na lista de títulos?
Bahia 10×1 Vitória
Data: 08/12/1939
Local: Campo da Graça
*****
Bahia 10 x 2 Vitória
Data: 20/11/1938
Local: Campo da Graça
Rogério
Cearense de mãe, baiano de pai, Bahêa de família, ex-morador da Mouraria (bairro em Salvador a 200m da Fonte Nova)
Rogério,
relaxe. Esta série aqui é uma brincadeira, mas já que você quer informação de primeira, receba.
Primeiro, aula de matemática. Em nenhuma fita métrica, a Mouraria fica a 200 metros da Fonte Nova. Aliás, a Mouraria é uma ficção, uma sub-sede de Nazaré.
Quanto ao resto. Dois seguintes ou três seguintes.
1- A Taça do Itinga de 1959 foi realmente uma coisa espetacular. Vocês venceram agremiações poderosas, a exemplo do CSA e Ceará e mais outras três, sendo que no meio ainda levaram uma bordoada de 6 x0 do Sport. Realmente, um feito.
Aliás, nesta competição, neste ano específico, brilhavam equipes sensacionais, como ABC (RN), Rio Branco (ES), Tuna Luso (PA), Ferroviário (MA), Hercílio Luz (SC), Auto Esporte (PB), CSA (AL) e…Manufatora (RJ).
2 – O outro título, o de 1989, uma obra do acaso. Afinal uma equipe que tem tarantini na lateral-direita não merece ganhar nada. Mas, o futebol brasileiro vivia seu pior momento. Prova disso foi a vergonha lazarônica no ano seguinte.
- 3 Por isso, o Vice do Vitória é mais importante, já que perdeu para uma máquina chamada Palmeiras que contribuiu para o Brasil recuperar a Hegemonia do Futebol Mundial, vencendo a Copa do Mundo de 1994.
Quanto a estádio, quando vocês tiveram um a gente debate.
Abraços e SRN rumo ao TRI, limpo.
uhauahauhaua
boa, de boa…
tá, então fica a uns 300m, nem um culionésimo de centímetro a mais que isso!!!
mas chamar de Finado é demais…
abraço!
/\ SENTA NA MENTA, Itinguense!
Quanto ao texto: pqp! Fantástico! Eu sou Vitória e ri paracaralho, tem mais é q ter senso de humor mesmo. xD Mto bem escrito o texto.
Faltou, a meu ver, a maior entregada de rapadura da história do Vitória.
O Vitória, numa Copa do Brasil, chegou a fazer 4 X 0 no Atlético-PR, no primeiro jogo. Tomou um gol no fim, e veio pra Curitiba podendo perder por 2 gols. Perdeu de 3 X 0 e foi eliminado.
Os outros jogos eu não sei, mas esse do Grêmio tá com informações erradas. Em Porto Alegre o Grêmio fez 2 x 0, e na Bahia o Grêmio que largou fazendo 3 x 0. Aí, se não me falha a memória, o Grêmio teve um jogador expulso, e o “brilhante” Evaristo de Macedo (técnico do Grêmio nesses jogos) botou mais um atacante no time, e o Vitória empatou em 3×3.
PREZADOS.
Tal como há uma seção dos “Dez maiores vexames” dos clubes, aqui no Impedimento, humildemente proponho mais uma lista. Menos gloriosa, mas não menos polêmica:
OS CINCO MAIS IMPACTANTES ERROS DE ARBITRAGEM A FAVOR E OS CINCO MAIS IMPACTANTES ERROS DE ARBITRAGEM CONTRA CADA CLUBE.
E aí, moderadores, topam?
Abraços.
Texto sensacional como sempre Franciel, sou Vitória mais gostei muito, seria bom que virasse um livro, com certeza compraria.
Excelente resposta aos finados Franciel, o melhor foi: “Quanto a estádio, quando vocês tiveram um a gente debate.”
Aqui a gente chama os torcedores do finado de torcedor Roberta Close, só gozam com o pau dos outros.
o vitorinha…
tem + humilhações pra vc!!
1994 ultima gloria?? e o ke foi isto hein???
ô steven já que você tá tão preocupado ocm os posts do Vitória, porque você não faz então um “top 10 humilhações do finado” ou “já sequei o Vitória”?
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franciel…. o vice de 1993 do vicetoria é mais importante ke o bibrasileiro do Bahia ??? Só se for pra vc.. meu caro invejoso….
agora so falta endeusar akela “timaço” de 1993… ke chegou a tomar pau de timaços como Remo e Fortaleza!!!!!.. foi pra semifinais gaças a 2 empates cagados contra o Paraná… foi pra final na cagada…. por 1 verdadeiro aborto da natureza… unica partida brilhante ofi contra corintians… ganhou o fla com gol de penal… e o resto so empate…. ae na final tomou linda surra do Verdão….
ah.. o mesmo Verdão ke vcs venceram por 2×1 e perderam por 1×0 na Copa do Brasil do mesmo ano!!!!!!!!!!
voce fala de Tarantini??? bons mesmos eram Evandro,R.Martins,China e jeronimo…..
e engraçado ke 2 dos titulares do “poderoso” vicetoria eram ex-Bahia… J.Marcelo e GIl….
sobre o Bahia de 1959.. faltou falar das sensacionais vitorias do Bahia em cima do Vasco de Bellini e Santos de Pelé….
titulo de 1988 … Bahia enfrentou todos os times grandes do Brasil!!!!
viu… vicetorianha invejosos
se to titulo do Bahia é obra do acaso.. imagina o vice finalista de 93!!!
O Bahia tá acabado.
KKKKKKKKKKKKKKKKK
Muito bom veio… Xorei com o SandyeJunior !
quase não consigo terminar de ler o texto!
totalmente excelente
Três atualizações, na sequência. Mas pode creditar todas na conta de Alexi Portela:
Vitória 0 x 0 Atlético-GO, último jogo do Brasileiro de 2010. Precisávamos de uma vitória simples, a casa estava lotada, mas não conseguimos fazer um mísero gol no rubro-negro do serrado e fomos rebaixados empatados em pontos e com uma vitória a menos com este mesmo time que não balançamos a rede.
Vitória 1 x 2 Bahia de Feira, final do Baiano de 2011. O juiz roubou pra caralho, o outro time parecia estar todo dopado, mas a verdade é que merecemos tomar a virada e perder, pela segunda vez seguida, o penta-campeonato em casa e para um time inexpressível do interior. A primeira foi contra o Colo-colo de Ilhéus, já lembrado aqui.
Vitória 1 x 2 São Caetano. Essa última aconteceu sábado passado (novembro de 2011), 40 mil lotando o Barradão, vinhamos de uma recuperação quase irretocável no Brasileirinho da série B de 2011, nem a gente acreditava mais na gente, mas praticamente todos os resultados dos outros jogos nos beneficiavam e estávamos finalmente entrando no G4, grupo que sobe para a primeira divisão, com apenas uma vitória magra por 1×0 sobre o quase rebaixado São Caetano, faltando uma mísera rodada para o final do torneio. Tomamos um gol aos 42 e outro aos 45, ambos no segundo tempo. E o povo ainda lança vídeo dizendo que a “Gota D’água” é a construção da usina de Belo Monte!
Eu tiraria da lista de Franciel o empate com o Grêmio na Copa do Brasil porque ele só colocou aí pra sacanear os gremistas que hegemonizam este site; tiraria a virada sofrida diante do Goiás, porque não valia nada; e tiraria até a derrota pro Incolor de Lauro de Freitas por 4×1 em pleno Barradão, pois o time deles era realmente melhor e, no final, a maior vergonha ficou para eles, que conseguiram perder o campeonato após levar de 3 do Itabuna e nos consagramos BI com um time de juvenil em campo.
Assim, esta gestão atual acumularia 5 das 10 maiores humilhações que sofremos, 50%. Que fique registrado para a eternidade.